Com muita alegria e disposição cerca de 15 mulheres juntamente com outros irmãos da IPVC realizaram na Chácara AGAPE um culto de adoração ao nosso Deus.
A Casa de Recuperação Agape abriga cerca de 15 internos dependentes quimicos. Foi um momento alegre para eles que lutam contra as drogas, e um sentimento de utilidade para nossas mulheres que com amor e carinho levaram alegria, disposição e um delicioso lanche.
Temos a certeza de que nos engajaremos neste trabalho com a graça de Deus!
Solicitamos a quem deseja colaborar com este trabalho que façam doação de alimentos (arroz, feijão, açucar, óleo, macarrão). Para doar é só levar à igreja ou discar (62) 3299-3461 e buscaremos sua doação.
sábado, 10 de abril de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010
DICAS DA CRIS POLI PARA OS PAIS
1- Aproveite o verão para tirar as fraldas de seu filho se ele já estiver pronto para essa mudança.. Se os pais estiverem de férias, melhor ainda! O calor e o tempo livre são grandes aliados para essa tarefa.
2- Tempo de qualidade é muito melhor do que quantidade de tempo. Organize o tempo que vocês, pais, tem disponível para ficar com os filhos de tal maneira que seja um refrigério e um momento de alegria e de paz. Programe brincadeiras, jogos, filmes, leitura de histórias ou simplesmente compartilhar o dia de cada um.
3- Dentro da rotina da família estabeleça um horário para as crianças dormirem e deixem um tempo livre para o casal. Separem esse tempo para colocar os assuntos em dia, resolver situações, ter um tempo a sós e também namorar!
4- O casal precisa sair sozinhos para passear, ir ao cinema, jantar fora ou dar uma caminhada. È importante resgatar esses momentos a dois para evitar que o relacionamento se desgaste com a correria do dia a dia. Com certeza tem uma avó ou tia ou algum amigo ou babá disponível para que isso aconteça. Coloque isso como alvo semanal.
5- Pais, vocês tem autoridade sobre seus filhos e a responsabilidade de educá-los. Não delegue essa autoridade nem transfira essa responsabilidade para outra pessoa. Avós, tios, empregadas e babás são colaboradores.
6- Se vocês precisam deixar seus filhos com avós, tios, empregada ou babá, devem determinar claramente quais são as regras da casa e quais são as orientações para tratar com as crianças durante sua ausência.
7- Explique aos filhos que enquanto você não está em casa, eles devem obedecer à pessoa que ficou tomando conta deles, para evitar atitudes de desobediência porque “Você não é minha mãe” ou “Você não manda em mim”.
8- As regras e os métodos de disciplina e incentivo valem 24 horas por dia e dentro e fora de casa. Deixe isso bem claro com as crianças na hora de estabelecer os limites.
9- Se a desobediência acontecer fora de casa o procedimento é o seguinte: Abaixe ao nível da criança, faça contato visual, explique a regra que quebrou e dê uma advertência. Se repetir a desobediência faça o mesmo e avise que chegando em casa irá para o cantinho da disciplina. Cumpra com o determinado!!!
10- Ao aplicar a disciplina não perca a calma, não se irrite, não grite ou ameace. Você não está castigando, mas está ensinando.
11- Elogie seu filho cada vez que ele obedeça a uma regra ou faça alguma coisa certa. O elogio é muito importante para melhorar a auto estima da criança (e do adulto também!!)
12- Não reprove cada atitude errada da criança, se tiver que corrigir faça-lo mostrando o jeito certo e não destacando o errado. A constante reprovação inibe a criança e a deixa insegura.
13- Planeje todos os dias para ter um tempo de qualidade com seus filhos, é muito importante para eles, e para você mãe/pai também. Usufrua de brincadeiras gostosas e de conversas animadas.
14- Conheça seu filho e descubra os talentos que há dentro de cada um deles. Desenvolva esses talentos e você terá grandes surpresas ao ver o potencial que está escondido dentro deles.
15- Determine diariamente os períodos em que seus filhos estarão assistindo tv, ou usando o computador ou jogando vídeo game, e conheça o que eles estão assistindo ou acessando ou jogando. Vocês pais são os que estão no comando de suas casas.
16- A partir dos 8 anos o “cantinho da disciplina” pode ser substituído pela “área da reflexão”. As regras são iguais (primeiro advertência e depois 1 minuto por ano de idade no lugar determinado) e você deve escolher um espaço longe da circulação de pessoas.
17- Determine o horário de dormir das crianças e deixe um tempo antes de deitar para conversar com seu companheiro, colocar os assuntos em dia, decidir sobre a educação dos filhos e também namorar!
18- Os pais devem se organizar para sair sozinhos pelo menos uma vez cada 15 dias (uma vez por semana seria bem melhor!). Deixem os filhos com uma avó, ou tia ou amiga ou babá e saiam para desfrutar um do outro.
19- Ensine a seu filho a comer sozinho usando os talheres adequadamente e experimentando os diferentes sabores da comida. Dá mais trabalho mais é importante para o desenvolvimento dele.
20- Conte uma história para seu filho antes de dormir em vez de deixar que ele adormeça assistindo tv. Ele dormirá mais calmo e melhor.
Berçario e Escola Balou ::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::: fone: [11] 3739-0091
3739-0092
DEVOCIONAL
ELE te ama!
Escrito por Gildecio
"Dá ouvidos, ó Deus, à minha oração; não te escondas da minha súplica. Atende-me e responde-me; sinto-me perplexo em minha queixa e ando perturbado, por causa do clamor do inimigo e da opressão do ímpio; pois sobre mim lançam calamidade e furiosamente me hostilizam. Estremece-me no peito o coração, terrores de morte me salteiam; temor e tremor me sobrevêm, e o horror se apodera de mim. Então, disse eu: quem me dera asas como de pomba! Voaria e acharia pouso. Eis que fugiria para longe e ficaria no deserto. Dar-me-ia pressa em abrigar-me do vendaval e da procela. Destrói, Senhor, e confunde os seus conselhos, porque vejo violência e contenda na cidade. Dia e noite giram nas suas muralhas, e, muros a dentro, campeia a perversidade e a malícia" (Salmos 55).
As vezes o que queremos é SUMIR, desaparecer, sem deixar vestígios e notícias, tudo a nossa volta está ruim, tudo está deteriorando, tudo está um caos, e nada mais nos resta a não ser simplesmente, sumir.
As vezes achamos que ninguém está nem aí para nossos temores, nossos problemas, nossas queixas enfim, ninguém está nos vendo, nos sentimos pequenos e sem poder de ação.
Mas eu quero te dar uma boa notícia, mesmo que você esteja no buraco mais fundo e escuro ali estará Deus, ao seu lado, pronto para te acolher, esperando apenas que você fale "PAI", esperando apenas que você clame por Ele, experimente chamá-lo, Ele te ouvirá.
Ele te ama muito, afinal, deu Seu Único Filho pro amor a você e a mim, eu também te amo.
quinta-feira, 25 de março de 2010
BATISMO INFANTIL
Foram batizadas no domingo dia 21 de março na IPVC duas crianças.
Alana Lucas Ribeiro - Filha do Dc. Elvio e Sra. Regina
Pedro Mendes Honorato - Filho do Dc. Luziano e Sra. Fernanda.


Alana Lucas Ribeiro - Filha do Dc. Elvio e Sra. Regina
Pedro Mendes Honorato - Filho do Dc. Luziano e Sra. Fernanda.
O sacramento foi ministrado pelo Pr. Marcelo Augusto, auxiliado pelo Pb. Nilton Assis no culto noturno. Confira as imagens enviada pelo irmão Elvio.



terça-feira, 23 de março de 2010
POR UMA TEOLOGIA VERDADEIRA
Alerta contra erros (Jhon Macarthur)
Por que muitos evangélicos agem como se os falsos mestres na igreja nunca pudessem ser um problema sério nesta geração? Muitos parecem estar convencidos de que “rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu” (Apocalipse 3.17).
Por que muitos evangélicos agem como se os falsos mestres na igreja nunca pudessem ser um problema sério nesta geração? Muitos parecem estar convencidos de que “rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu” (Apocalipse 3.17).
Na verdade, a igreja hoje é possivelmente mais suscetível aos falsos mestres, aos sabotadores doutrinários, e ao terrorismo espiritual que qualquer outra geração na história da igreja. A ignorância bíblica dentro da igreja parece ser mais profunda e mais espalhada que em qualquer outra época desde a Reforma Protestante. Se você duvida, compare o sermão típico de hoje com um sermão aleatoriamente escolhido de qualquer grande pregador evangélico anterior a 1850.
Também compare a literatura cristã de hoje com quase tudo publicado por editoras evangélicas há cem anos ou mais.
O ensino bíblico, mesmo nos melhores lugares hoje, tem sido deliberadamente facilitado, feito tão vago e raso quanto for possível, supersimplificado, adaptado ao mínimo denominador comum – e então formatado para criar apelo em pessoas com déficit de atenção.
Os sermões são quase sempre breves, simplistas, cobertos de referências à cultura pop o quanto for possível, saturados com anedotas e ilustrações. (Piadas e histórias engraçadas retiradas de experiência pessoal têm vantagem em relação a referências e analogias retiradas da própria Escritura). Os tópicos típicos de sermão são grandemente ajustados para favorecer questões antropocêntricas (como relações pessoais, vida de sucesso, autoestima, listas de como fazer, e por aí vai) – até a exclusão de muitos dos temas doutrinários da Escritura que exaltam a Cristo. Em outras palavras, o que muitos pregadores contemporâneos fazem é virtualmente o oposto do que Paulo descreveu quando disse que nunca deixou de “anunciar todo o conselho de Deus” (Atos 20.27).
Não apenas isso, mas aqui está como Paulo explicou sua abordagem como ministro do Evangelho, mesmo entre os pagãos incrédulos da mais libertina cultura romana:
E eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria. Porque nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado. E eu estive convosco em fraqueza, e em temor, e em grande tremor. A minha palavra, e a minha pregação, não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder; Para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus. (1 Coríntios 2.1-5)
Note que Paulo deliberadamente se recusou a adaptar sua mensagem ou ajustar seu anúncio para se encaixar no padrão filosófico ou gostos culturais dos coríntios. Quando ele diz mais tarde na epístola, “e fiz-me como judeu para os judeus, para ganhar os judeus… Para os que estão sem lei, como se estivesse sem lei … Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns” (1 Coríntios 9.20-22), ele estava descrevendo como se fez um servo de todos (v.19) e um companheiro daqueles a quem tentava alcançar. Em outras palavras, ele evitou se fazer uma pedra de tropeço. Ele não estava dizendo que adaptou a mensagem do Evangelho (que ele claramente disse que é uma pedra de tropeço – 1.23). Ele não adaptou os métodos para ser agradável aos gostos de uma cultura mundana.
Paulo não pensava em satisfazer as preferências de uma geração em particular, ele não usou qualquer artifício para ganhar atenção. Qualquer que seja o antônimo que você possa pensar para a palavra showman, esse provavelmente seria uma bela descrição do estilo do ministério público de Paulo. Ele queria deixar claro a todos (incluindo aos próprios convertidos de Corinto) que vidas e corações são renovados por meio da Palavra de Deus, e nada mais. Desta forma, eles começariam a entender e apreciar o poder da mensagem do Evangelho.
Traduzido por Josaías Jr
Fonte: iPródigo (http://www.chamagospel.com.br/)
sexta-feira, 12 de março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
HOMENAGEM ÀS MULHERES DA NOSSA IPVC
Mulher virtuosa
Marsy Pacheco
“Certa mulher, que há doze anos padecia de um fluxo de sangue, chegou por detrás dele e tocou a orla do seu manto. Ela dizia consigo: "Se eu tão somente tocar o seu manto, ficarei sã". Jesus, voltando-se e vendo-a, disse: Tem bom ânimo filha, a tua fé te salvou". E desde aquele momento a mulher ficou sã".
Vivemos tempos de aflições, mas aquela que perseverar até o fim receberá a vitória.
Quando nos deparamos com algum problema, ou nos sentimos abandonadas, perdidas, sem saída,... não podemos desistir, achar que não existe solução, ou pararmos no primeiro obstáculo.
Jesus é a solução, Jesus é a saída, Jesus derruba os obstáculos.
A mulher do fluxo de sangue encontrou Jesus e você também pode encontrá-lo. Basta querer.
Ela era, na época, muito discriminada, estava fraca devido sofrer daquele mal há 12 anos. Mas mesmo assim superou toda discriminação, toda fraqueza física e conseguiu seu objetivo que era tocar Jesus. Fechou os olhos carnais e abriu os olhos espirituais. Deve ter pensado: “Ele vai me curar! Vou receber o milagre!”
Fico imaginando a cena daquela mulher se esbarrando nas pessoas, sendo empurrada, até derrubada, porque diz a Bíblia que ela, quando conseguiu chegar até Jesus, tocou a orla de suas vestes, isto é a barra.
Nesse momento, penso que ela deveria já estar se arrastando, mas não desistiu, foi até o fim. Não se importou com nada e com ninguém. Correu para o alvo sem titubear.
Tocou Jesus e foi curada. Talvez se tivesse dito: “Está muito difícil, fica para outra vez que Ele passar por aqui.”, não teria nunca mais conseguido a cura. O momento era aquele. Ela, a multidão, o problema de saúde,...e Jesus passando. Aproveitou a oportunidade, não deixou para outro dia.
Existe um versículo no Salmo 91 que diz que “debaixo das asas de Deus encontramos total proteção”. O que seria isso?
Em outras passagens, e também os homens narram e explicam, que a galinha quando vê que o gavião está vindo em direção aos seus filhinhos, para devorá-Los, ela bate as asas e os chama para que venham para debaixo de suas asas. Quando eles chegam correndo, ela fecha suas asas e nada acontecesse com eles.
Podemos observar que ela não correu atrás deles, são eles que vieram até ela.
Devemos ser sábias e seguirmos o exemplo dos pintinhos que se protegeram sob as asas da mãe protetora.
Correr até Jesus,...só assim estaremos seguros e protegidos. Ele está sempre de braços abertos para receber quem quer que seja ou como esteja.
Voltando para a história da mulher do fluxo de sangue, observamos que ela não pediu para alguém chamar Jesus para ir até sua casa, ela foi até ele, e com isso foi totalmente curada.
Você quer cura? Você precisa de um milagre? Você quer ser abençoada? Procure Jesus. Onde? Na igreja, no seu quarto a sós,...orando, lendo a Bíblia.
Muitas são as maneiras de nos encontrarmos com Jesus e recebermos o seu toque ou tocá-lo.
Quantas vezes, nós desistimos de ir a igreja por desânimo, não lemos a Bíblia por preguiça.
Sempre tem que ter alguém para ficar insistindo para que freqüentemos os trabalhos da nossa igreja, não oramos sem cessar, não louvamos.
Qualquer motivo, pequeno ou grande, nos tira o ânimo. Às vezes, são apenas desculpas esfarrapadas que arranjamos.
Chega! Vamos virar a página, mudar de atitude, ter bom ânimo, sermos corajosas, guerreiras, ...
Sejamos como a mulher do fluxo de sangue, que poderia, sem qualquer dúvida,ser chamada de MULHER VIRTUOSA.
http://gifsprajesus.zip.net/images/MulherVirtuosa_gifsprajesus.gif
quinta-feira, 4 de março de 2010
FOTOS DO ANIVERSÁRIO DA IPVC
Foi uma grande alegria nosso culto de aniversário. Deus usou grandemente o Rev. Dr. Saulo Pereira de Carvalho na ministração da Palavra, e fomos agraciados com as vozes do Grupo Aguas de Descanço (Deborah, Decio, Denise) que levaram a igreja a louvarem ao Senhor com coração agradecido pelas bençãos. Confira aqui algumas imagens feitas pelo Diacono Elvio Ribeiro.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
ESTAMOS NOS APROXIMANDO DA PÁSCOA - MORTE DE CRISTO
JESUS MORREU POR TODOS?
Um dos pontos mais controvertidos da teologia reformada tem a ver com o terceiro item de nossa lista de itens do Capítulo Cinco. É a expiação limitada. Este tem sido um tal problema de doutrina que há multidões de cristãos que dizem que abraçar a maioria das doutrinas do calvinismo, mas saem do barco bem aqui.
Referem-se a si mesmos como os calvinistas dos “quatro pontos“. O ponto que não podem sustentar é a expiação limitada. Freqüentemente tenho pensado que, para ser um calvinista de quatro pontos, é preciso que a pessoa não entenda pelo menos um dos cinco pontos. É difícil imaginar que a pessoa possa entender os outros quatro pontos do calvinismo e negar a expiação limitada. Existe sempre a possibilidade, contudo, da feliz inconsistência pela qual as pessoas sustentam diferentes pontos de vista ao mesmo tempo.
A doutrina da expiação limitada é tão complexa que, para tratá-la adequadamente, seria preciso um volume completo. Nem mesmo dediquei um capítulo inteiro a ela neste volume, porque um capítulo inteiro não lhe faria justiça. Eu pensei em não mencioná-la de todo, porque existe o perigo de que dizer pouco sobre ela seja pior do que não dizer nada. Mas penso que o leitor merece pelo menos um breve resumo da doutrina e assim procederei – com cuidado porque o assunto requer um tratamento mais profundo do que posso conceder aqui.
A questão da expiação limitada tem a ver com a pergunta: “Por quem Cristo morreu? Ele morreu por todos ou somente pelos eleitos?“
Todos concordamos que o valor da expiação de Cristo foi suficientemente grande para cobrir os pecados de todos os seres humanos. Também concordamos que sua expiação é verdadeiramente oferecida a todos os seres humanos. Qualquer pessoa que coloca sua confiança na morte expiatória de Jesus Cristo certamente receberá os completos benefícios dessa propiciação. Estamos também confiantes de que, qualquer que responde à oferta universal do Evangelho será salvo.
A questão é: “Para quem a expiação foi designada?"
Deus mandou Jesus ao mundo meramente para tornar a salvação possível às pessoas? Ou Deus tinha alguma coisa mais definida em mente? (Roger Nicole, o eminente teólogo batista, prefere chamar a expiação limitada de “Expiação Definida”).
Alguns argumentam que tudo o que expiação limitada significa é que os benefícios da expiação são limitados aos crentes que satisfazem as condições necessárias de fé. Isto é, embora a expiação de Cristo fosse suficiente para cobrir os pecados de todos os homens e para satisfazer a justiça de Deus contra todo pecado, ela efetiva a salvação somente para os crentes. A fórmula diz: Suficiente para todos, eficiente somente para os eleitos.
Esse ponto simplesmente serve para nos distinguir dos universalistas, que crêem que a expiação assegurou salvação para todos. A doutrina da expiação limitada vai além disso. Refere-se à questão mais profunda da intenção do Pai e do Filho na cruz. Declara que a missão e morte de Jesus foi restrita a um número limitado – a seu povo, suas ovelhas.
Jesus foi chamado de “Jesus” porque Ele salvaria seu povo de seus pecados (Mt 1.21). O Bom Pastor dá sua vida pelas ovelhas (Jo 10.15). Essas passagens são encontradas freqüentemente no Novo Testamento.
A missão de Cristo era de salvar os eleitos. “E a vontade de quem me enviou é esta: Que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia” (Jo 6.39).
Não tivesse havido um número fixo de contemplados por Deus quando Ele designou que Cristo morresse, então os efeitos da morte de Cristo teriam sido incertos. E possível que a missão de Cristo tivesse sido uma tristeza e completo fracasso.
A propiciação de Jesus e sua intercessão são obras conjuntas de seu sumo sacerdócio. Ele explicitamente exclui os não eleitos de sua grande oração sumo sacerdotal: “…não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus…” (Jo 17.9). Cristo morreu por aqueles por quem Ele não orou?
A questão essencial aqui diz respeito à natureza da oferta de Jesus. A oferta de Jesus inclui tanto expiação quanto a propiciação. Expiação envolve a remoção que Cristo faz de nossos pecados “para fora” (ex) de nós. Propiciação envolve uma satisfação pelo pecado “perante ou na presença de” (pro) Deus.
O arminianismo tem uma oferta que é limitada em valor. Não cobre o pecado dos incrédulos. Se Jesus morreu por todos os pecados de todos os homens, se Ele expiou todos os nossos pecados e propiciou todos os nossos pecados, então todos seriam salvos. Uma oferta potencial não é uma oferta verdadeira. Jesus realmente fez oferta pelos pecados de suas ovelhas.
O maior problema com a expiação definida ou limitada é encontrado nas passagens que as Escrituras usam referentes à morte de Cristo “por todos” ou pelo “mundo todo”. O mundo por quem Cristo morreu não pode significar a família humana inteira. Deve referir-se à universalidade dos eleitos (povo de todas as tribos e nações), ou à inclusão dos gentios em acréscimo ao mundo dos judeus. Foi um judeu que escreveu que Jesus não morreu meramente por nossos pecados, mas pelos pecados do mundo todo. Será que a palavra nossos refere-se aos crentes ou aos judeus crentes?
Precisamos nos lembrar de que um dos pontos cardeais do Novo Testamento refere-se à inclusão dos gentios no plano da salvação de Deus. A salvação era dos judeus, mas não restrita aos judeus. Onde quer que seja dito que Cristo morreu por todos, algum limite precisa ser acrescentado, ou a conclusão teria de ser o universalismo ou a mera expiação potencial.
A expiação de Cristo foi real. Ela efetivava tudo o que Deus e Cristo pretendiam dela. O desígnio de Deus não foi e não pode ser frustrado pela incredulidade humana. O Deus soberano soberanamente enviou seu Filho para propiciar pelo seu povo.
Nossa eleição é em Cristo. Somos salvos por Ele, nele e para Ele. O motivo para nossa salvação não é meramente o amor que Deus tem por nós. É especialmente baseada no amor que o Pai tem pelo Filho. Deus insiste que seu Filho verá o trabalho de sua alma e ficará satisfeito. Nunca houve a menor possibilidade de que Cristo pudesse ter morrido em vão. Se o homem está verdadeiramente morto no pecado e preso ao pecado, uma mera expiação potencial ou condicional não somente pode ter acabado em fracasso, como muito certamente teria acabado em fracasso.
Os arminianos não têm razão verdadeira para crer que Jesus não morreu em vão. São deixados com um Cristo que tentou salvar a todos, mas na realidade não salvou ninguém.
Fonte: Eleitos de Deus – R.C. Sproul – Editora Cultura Cristã 2002
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
QUARTO ANO DE ORGANIZAÇÃO
Estamos completando neste mês quatro anos de organização. Muitas foram às lutas e vitórias que nos fizeram chegar até aqui. Muitos passaram nestes quatro anos. Muitos ficaram, contudo o trabalho ainda é grande tanto no quesito qualitativo como quantitativo.
Não necessitamos definir o propósito da Igreja, pois ele está claramente definido nas Escrituras. O que precisamos é relembrar esses propósitos e aplicá-los em nossa vida.
Por isso continuemos como Igreja do Senhor a:
1 – Glorificar a Deus e buscar o seu Reino e a sua Justiça em Primeiro lugar. Façamos isso através do cultivo de uma verdadeira espiritualidade e piedade, o que inclui: o temor do Senhor e um desejo profundo de conhecê-lo mais e mais numa busca de santidade e verdadeira intimidade com Ele.
2 – Edificar-se a si mesma na Palavra. Andemos segundo os ensinamentos de Cristo, nosso Senhor, nos dado nas Santas Escrituras. Só ela pode revelar a nós a como ter uma vida de comunhão com os santos e com Deus de forma significativa, disciplinadora, restauradora, amorosa e longe do pecado.
3 – Evangelizar. Pregando o evangelho simples e puro a toda criatura sem medir esforços ou sacrifícios, tendo a consciência de que os campos estão prontos para ceifa.
4 – Discipular cada crente no Sacerdócio Santo. É preciso conscientizar cada crente que foi salvo para servir. A grande comissão da igreja é de caráter urgente urgentíssimo, e consiste do incansável evangelismo corpo a corpo ou pessoal.
5 – Batalhar pela fé, uma vez por todas, entregue aos santos, como coluna e baluarte da verdade. Ou seja, viver de tal modo, que a própria vida seja a maior defesa de nossa fé.
Jesus em seu ministério terreno disse que edificaria a sua igreja. Ele é a Pedra angular da Igreja, única e insubstituível. Ele definiu os propósitos de sua Igreja e se nós cremos que o lugar onde congregamos é parte da Igreja do Senhor, então eu como ministro do Senhor conclamo para que todos nós da IPVC continuemos a aplicar os ensinos do Mestre em nossa igreja e veremos a glória de Deus em tantos anos, quanto Ele nos permitir.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
E o que diz o Pregador?
É porque somos seres impregnados do que é simbólico que damos tanta importância aos ritos de passagem – como nascimentos, enterros, aniversários, formaturas, casamentos, datas festivas, incluindo a virada do ano. Olhando de forma objetiva, não há como enfeitar. Trata-se simplesmente de um dia como qualquer outro. Mas no âmbito do simbólico, atribuímos significado (e emoção) a esses momentos da vida.
Há quem não goste de certos eventos que a maioria das pessoas aguarda com grande expectativa. Na origem da estranheza ou mesmo antipatia diante desses momentos, há recordações ruins, memórias de feridas na alma, medo, pessimismo frente ao futuro, apatia. Parece que os outros querem impor-lhes a obrigação de ser/estar feliz a despeito da lógica do mundo interior.
Recordemos o Pregador. O autor de Eclesiastes chama-nos a atenção para a dinâmica do tempo. Segundo ele, precisamos aprender sobre tempo, propósito, e sobre as múltiplas possibilidades das situações humanas. O referencial, no entanto, nos é dado por ele: “Em todo tempo sejam alvas as tuas vestes, e jamais falte o óleo sobre a tua cabeça” (9:8).
Ou bem encaramos a realidade de um Deus a quem temos de prestar contas e que, tendo nos amado, impulsiona-nos também a amar e a fazer o que é justo. Ou, do contrário, levaremos a vida tão somente na base da emoção e do interesse imediato que identificamos. Por essa trilha aí, as experiências são valorizadas tão somente porque vividas e não porque compreendidas segundo um propósito maior. Como na famosa canção de Roberto Carlos: “Se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi.”
A promessa de Jesus de uma vida em abundância (para já, e não apenas no porvir) não implica que nada faremos por isso ou que estaremos isentos da dor do crescimento e amadurecimento ou de batalhas pela conquista. Absolutamente. Amadurecer, por exemplo, implica abrir mão até mesmo de coisas legítimas, renunciar a situações e contextos que acalentam nossa alma, aquilatar que pérolas são mais preciosas, que caminhos são os melhores, ainda que nademos contra a correnteza da opinião das pessoas e enfrentemos os mais variados percalços.
Um novo ano está às portas. Mesmo que nos empenhemos pela paz, prosperidade e dias felizes, só mesmo Deus sabe o que nos está reservado. Nem por isso, deixemos de viver, de fazer planos, de sonhar e de usufruir cada momento de nossas vidas neste novo ano. Eia, pois, tenhamos bom ânimo. A perspectiva bíblica é de que “somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou” (Rm. 8: 37). Que confirmemos isso a cada dia em 2010 e que a paz de Cristo seja sobre todos nós.
Há quem não goste de certos eventos que a maioria das pessoas aguarda com grande expectativa. Na origem da estranheza ou mesmo antipatia diante desses momentos, há recordações ruins, memórias de feridas na alma, medo, pessimismo frente ao futuro, apatia. Parece que os outros querem impor-lhes a obrigação de ser/estar feliz a despeito da lógica do mundo interior.
Recordemos o Pregador. O autor de Eclesiastes chama-nos a atenção para a dinâmica do tempo. Segundo ele, precisamos aprender sobre tempo, propósito, e sobre as múltiplas possibilidades das situações humanas. O referencial, no entanto, nos é dado por ele: “Em todo tempo sejam alvas as tuas vestes, e jamais falte o óleo sobre a tua cabeça” (9:8).
Ou bem encaramos a realidade de um Deus a quem temos de prestar contas e que, tendo nos amado, impulsiona-nos também a amar e a fazer o que é justo. Ou, do contrário, levaremos a vida tão somente na base da emoção e do interesse imediato que identificamos. Por essa trilha aí, as experiências são valorizadas tão somente porque vividas e não porque compreendidas segundo um propósito maior. Como na famosa canção de Roberto Carlos: “Se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi.”
A promessa de Jesus de uma vida em abundância (para já, e não apenas no porvir) não implica que nada faremos por isso ou que estaremos isentos da dor do crescimento e amadurecimento ou de batalhas pela conquista. Absolutamente. Amadurecer, por exemplo, implica abrir mão até mesmo de coisas legítimas, renunciar a situações e contextos que acalentam nossa alma, aquilatar que pérolas são mais preciosas, que caminhos são os melhores, ainda que nademos contra a correnteza da opinião das pessoas e enfrentemos os mais variados percalços.
Um novo ano está às portas. Mesmo que nos empenhemos pela paz, prosperidade e dias felizes, só mesmo Deus sabe o que nos está reservado. Nem por isso, deixemos de viver, de fazer planos, de sonhar e de usufruir cada momento de nossas vidas neste novo ano. Eia, pois, tenhamos bom ânimo. A perspectiva bíblica é de que “somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou” (Rm. 8: 37). Que confirmemos isso a cada dia em 2010 e que a paz de Cristo seja sobre todos nós.
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